No artigo de hoje, falaremos sobre algo que nos emociona muito, algo que nos emociona por inteiro. Falaremos sobre a instituição da qual fazemos parte, a luminosa Associação Espírita Casa dos Humildes.
A Casa dos Humildes é a concretização no Plano Terra de um Ideal sonhado no Plano do Espírito.
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Ponte de Luz unindo duas dimensões, ao longo de mais de quatro décadas ininterruptas, vem sendo o acampamento-tabernáculo dos Emissários da Luz que trabalham sob a égide do Dr. Adolfo Bezerra de Menezes.
No Plano Espiritual faz parte do Complexo Santa Helena, Hospital e Instituição modelar do espaço que a tem no plano material como Posto Avançado para as suas nobres e caridosas realizações.
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A Casa dos Humildes traz em seu nome um significado muito belo e profundo!
Pois a Humildade é a Estrela da Manhã que todos devemos perseguir em nossa caminhada brevíssima pelo solo abençoado desse planeta, nosso casarão universal.
Portanto, em meio a esse turbilhão de caos por que passa a humanidade ignara das coisas do espírito; como outros existentes, a Casa dos Humildes é um Oásis de Paz no deserto escaldante de uma sociedade agnóstica e infeliz, por apartada de Deus.
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Dr. Bezerra de Menezes
O Espírito Protetor da Casa dos Humildes
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Shangrilá existe meus irmãos! Fica ali na Rua Henrique Machado, 110, em Santana - Casa Forte.
O Elixir da Longa Vida também! São os princípios nobres ali ensinados e vividos por todo um grupo de companheiros e irmãos bons, humanos e maravilhosos!
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A Casa dos Humildes é o Nosso Teto Espiritual. É o Nosso Lar.
É um trabalho imenso de muito idealismo, renúncia e Amor!
Aqui na Terra agradecemos aos esforços honestos de todo o querido corpo dirigente da nossa casa de oração e trabalho.
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Mas no Céu agradecemos ao nosso Divino Mestre. Porque todo esse trabalho é de Jesus, por Jesus e para Jesus!
Muito obrigado Jesus, porque cremos em ti!
Muito obrigado Jesus, por existir em nossas vidas, a Casa dos Humildes!
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Abençoe-nos Jesus, O Amigo Incondicional de Nossas Vidas!
Muita Paz!
Bruno.
*PRÓXIMO ARTIGO > PROF. DJALMA FARIAS - O KARDEC PERNAMBUCANO (Na Próxima Quarta, 11 de Novembro)
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No artigo de hoje, vamos abordar aqui a questão do casamento, mais especificamente do casamento religioso. Para essa abordagem, devemos nos lembrar que o Espiritismo não tem nenhum ritual. Nenhum, absolutamente. Não só do casamento, mas nenhum outro.
A prática religiosa espírita é baseada exclusivamente no Amor a Deus e na Fé Raciocinada. Para o Espírita, ter religião significa "estar ligado a Deus", pois a palavra "religião" significa exatamente isso: ligar-se a Deus.
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Se analisarmos o Evangelho do Nosso Mestre Jesus, veremos que não está instituído, em nenhum momento por ele, o casamento como ato de ligação a Deus (ato religioso) ou de fé. Veremos que o Cristo fala, a respeito da união de Homem e Mulher: "Não separe o Homem o que Deus uniu", que foi tomado como base teológica para o ritual (sacramento) do casamento e da indissolubilidade eterna do casamento religioso.
Em verdade, o que o Cristo pretendeu nos dizer, é que o amor verdadeiro entre Homem e Mulher, é consequência do Amor Divino que é, assim, verdadeiramente abençoado por Deus, e que o Homem (ser humano), não deve tentar separar as pessoas que se unem pelo amor verdadeiro, pois a esses, Deus (AMOR) uniu.
Na verdade, o casamento religioso foi, durante muitos séculos, a única forma de "legalizar", de "oficializar" a ligação estável entre Homem e Mulher, de estabelecer regras de conduta e de responsabilidade para o "casamento", para a vida familiar. Devemos nos lembrar que a época, não havia registros, não havia cartórios, sistemas de documentações, certidões, leis, etc.
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Inicialmente, apenas o poder moral da Religião e o medo da "punição Divina" garantiam os direitos e deveres no casamento. O Sacerdote ou o Pastor, o Curandeiro ou o Monge, exerciam o papel de "fiador" do compromisso, em nome da Divindade, do Ser Superior.
Mais tarde, as Igrejas, as Ordens Religiosas, os Templos, quando já existia a escrita, mantida apenas em grupos herméticos e de iniciados, passaram também a proceder e manter o registro formal das uniões (casamento), ampliando a estabilidade das mesmas, pela possibilidade de encontrar-se registro de quem era ou não casado.
Em muitas culturas e religiões, antigamente e mesmo hoje em dia, o casamento não é um ritual religioso, mas sim uma cerimônia familiar, onde o compromisso de Homem e Mulher é assumido, pelos noivos, perante a comunidade, perante a família e perante o representante da Religião, sendo o casamento celebrado pelo Patriarca ou Matriarca da família, e não pelo Sacerdote ou representante religioso. Mas também desse modo cumpre seu efeito de "fiador" e estabilizador da união.
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Também é importante lembrar uma realidade estatística: - Todas as Religiões Judaico-Cristãs do mundo, somados todos os seus adeptos declarados, constituem cerca de 1/3 (33%) da população mundial. Portanto, cerca de 2/3 da população mundial não segue o Cristianismo, e têm outros conceitos a respeito do casamento e da forma de celebrá-lo.
Com a evolução da sociedade, com a criação das Constituições dos países, das Leis, do avanço e aperfeiçoamento do registro público, o casamento civil passou a ser o controlador da estabilidade, dos direitos e dos deveres do casamento, da proteção da mulher e dos filhos, da garantia de herança e sucessão.
O casamento religioso ficou como o rito ou Sacramento específico das Religiões, especialmente as Judaico-Cristãs. Mais modernamente, veio se transformando muito mais numa ocasião social do que num ato de fé verdadeira, o que está sobejamente demonstrado pelo enorme número de separações que ocorre entre uniões com menos de cinco anos de duração, quase todos casados também em cerimônias religiosas.
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Quando o Espiritismo surgiu, o casamento civil já era uma realidade. Não havia mais necessidade do casamento religioso como "regulador". O Espiritismo, baseado na fé raciocinada, na fé verdadeira, na lógica e na razão, não trouxe para seu seio nenhum ritual. A sociedade já podia dispensá-los. A ligação com Deus (Religião) nunca precisou deles. O Evangelho do Cristo era para ser praticado no dia-a-dia, e não transformado em rituais.
Não estamos aqui falando mal do casamento religioso. Muito pelo contrário. O extremo respeito que o Espiritismo tem pelas Religiões, já nos impede disso. Cada um deve seguir o que preceitua sua crença religiosa. Só estamos explicando porque o Espiritismo não tem a cerimônia ou ritual de casamento, e porque os Espíritas formalizam sua união no civil, não necessitando do casamento religioso enquanto ritual, cerimônia ou preceito religioso.
Para os espíritas, existe um guia seguro para os casais aprenderem a consolidar sua união no dia-a-dia. É a prática da própria Doutrina Espírita, em sua integralidade. E tudo pode ser resumido em três palavras: Amor, Tolerância e Perdão. E num exercício diário: o do aprendizado constante.
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Ao decidir pelo casamento, Homem e Mulher estão assumindo uma grande responsabilidade, um grande compromisso. Estão iniciando uma nova família. A família é, e sempre será, a grande escola de evolução, de aprendizado, de crescimento espiritual, se bem aproveitada. Cabe a cada casal fazer com que sua família seja a melhor das escolas, a que ensina o caminho de buscar-se a felicidade.
Para isso, devem ter em mente que sua nova família deve ofertar o amor e a caridade. Para ofertar, é necessário praticar. Praticar diariamente. Aprender com os erros. Aprender a errar menos. Aprender a acertar cada dia mais. Aprender a ser feliz.
Esse é o casamento verdadeiramente abençoado por Deus. E ele independe das religiões.
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Abençoe-nos Jesus, O Amigo Incondicional de Nossas Vidas!
Muita Paz!
Bruno.
*PRÓXIMO ARTIGO > CASA DOS HUMILDES - UM OÁSIS DE PAZ (No Próximo Sábado, 7 de Novembro)
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No artigo de hoje, vamos fazer um flash biográfico de Simão Pedro, aquele ao qual Jesus disse as seguintes palavras: "- Pedro tu és pedra, e sobre esta pedra construirei a minha igreja".
Certo dia, numa bela manhã de sol radiante, Jesus caminhando junto ao mar da Galiléia, viu dois irmãos, Simão chamado Pedro e André, que lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores.
E disse-lhes: "- Vinde após mim, que eu vos farei pescadores de homens" (como a fala é simples e maravilhosa!). Então eles deixaram as redes e o seguiram.
A partir desse instante, a vida de Simão Pedro jamais voltaria a ser a mesma, ele seguirá seu Mestre querido com todas as veras de seu coração generoso e bom; a princípio de forma titubeante, mas depois, destemido e corajoso dará a sua vida por Jesus.
Vamos observar agora as duas fases da vida de Simão Pedro:
PRIMEIRA FASE - PEDRO FRACO, INDECISO, MEDROSO
Essa fase é perfeitamente natural, porque quando estamos na presença do mestre não arriscamos. Imaginemos Pedro então na companhia de um Preceptor daquele.
Veremos agora quatro episódios essenciais para a nossa compreensão a esse respeito.
PRIMEIRO EPISÓDIO > Certa noite quando Simão vê Jesus caminhando sobre as águas e chamando-o, ele no seu temperamento arrebatado e impulsivo, em êxtase vai ao encontro do seu Mestre; depois de dar alguns passos sobre as águas, Pedro tomado de pavor começou a afogar-se, sendo sustentado por Jesus que o advertiu dizendo: "- Oh homem de pouca fé, porque duvidaste?".
SEGUNDO EPISÓDIO > Jesus encontrava-se com todo o seu grupo num barco, de repente desaba uma violenta tempestade; Pedro desesperado começa a bradar: "- Oh Deus, vamos todos morrer. A embarcação vai soçobrar. Pereceremos!". Jesus que dormia bem ali ao lado acordou-se com os gritos de Pedro, e apenas com um gesto (revelando sua Majestade Divina) acalmou a tempestade, levando Pedro maravilhado a exclamar: "- Quem é este, que até os ventos e as tempestades obedecem-lhe?".
Jesus acalma a tempestade
TERCEIRO EPISÓDIO > Simão Pedro tinha uma mediunidade, mas muito incipiente. Certo dia Jesus perguntou-lhe: "- Pedro, que dizes tu quem eu sou?", ao que Simão respondeu de pronto: "- Senhor, tu és o Cristo, o filho de Deus vivo!", Jesus vendo os espíritos superiores que assistiam Pedro elogiou aquela resposta: "- Muito bem Pedro, não foste tu quem revelou, mas sim meu Pai que está nos céus foi quem te revelou".
No minuto seguinte, quando Jesus preparava os discípulos para sua partida, Pedro desesperado disse a Jesus: "- Senhor, não morrereis, não deixaremos que nada de mal te aconteça!". Jesus repreendendo Pedro disse-lhe: "Afasta-te de mim Satanás, pois o que vem de ti é do maligno".
Olha aí um exemplo imorredouro para os médiuns. Simão Pedro em um minuto saiu da sintonia benéfica para a sintonia maléfica, demonstrando a todos nós que é muito tênue a linha que separa o equilíbrio do desequilíbrio mental. Restando-nos apenas orarmos para não cairmos em tentação, que em linguagem hodierna significa não cairmos em obsessão, ou seja, na sintonia maléfica.
QUARTO EPISÓDIO > No último encontro que Pedro teve em vida com Jesus, muito emocionado ele disse ao Mestre: "- Senhor, eu daria a minha vida por ti!". Jesus carinhosamente pôs a mão em seu ombro e segredou-lhe baixinho: "- Pedro, hoje mesmo, antes que o galo cante, tu me negarás três vezes."!
E assim tal foi. Quando Pedro ouve o galo cantar, lembra-se das palavras de Jesus e desconsolado jogou-se por terra. E Pedro chorou amargamente. Lágrimas de remorso... Lágrimas de saudade!
Pedro nega a Jesus
SEGUNDA FASE - PEDRO FORTE, DECIDIDO, AMADURECIDO
Nessa segunda fase da vida de Simão Pedro, após o retorno de Jesus para o plano espiritual, vemos o apóstolo completamente cônscio de suas responsabilidades e dentre todos era o referencial maior no colégio apostólico.
Veremos agora três episódios que retratam a sublimidade alcançada por Pedro no desempenho da sua missão:
PRIMEIRO EPISÓDIO > Simão Pedro funda a memorável Casa do Caminho. Nesse Tabernáculo Divino ele cuidará dos desvalidos da sorte, os chamados filhos do calvário; prepara Estevão, o maior pregador do cristianismo primitivo e recebe o convertido Paulo de Tarso, até então considerado o inimigo número um do cristianismo nascente.
SEGUNDO EPISÓDIO > Pedro foi o ponto de concórdia na divergência entre Paulo e Tiago, na questão da circuncisão, chegando a ser advertido publicamente por Paulo; mas num rasgo de humildade ele cala-se e segundo o espírito Emmanuel, com esse gesto ele salva o cristianismo nascente de um primeiro grande cisma e permite que o apóstolo Paulo leve o Evangelho de Jesus aos gentios.
Pedro e Paulo
TERCEIRO EPISÓDIO > Desabrocha em Pedro a sua mediunidade luminosa. Na Porta formosa, encontra um paralítico a pedir-lhe esmola, ele sentindo uma emoção transcendente (a assistência espiritual superior), olha para aquele ser e diz: "- Meu irmão, eu não tenho ouro nem prata, mas o que eu tenho eu te dou, em nome de Jesus levanta-te e anda". E aquele homem volta a andar completamente curado.
Pedro e o paralítico na Porta Formosa
Pedro chega ao fim da sua trajetória missionária muito triste com as perseguições ao movimento cristão.
Quando ele deixa Roma e vai pela Via Ápia na companhia do menino Nazárius, extasiado ele vê Jesus e pergunta ao Mestre: "- QUO VADIS DOMINI SENHOR?" (- Para onde vais Senhor?) e Jesus responde-lhe: "- Eu vou à Roma Pedro, morrer novamente pelos nossos irmãos".
Pedro pega o menino Nazárius pela mão, volta à Roma onde é preso e quando anunciam que vão crucificá-lo ele pede para ser crucificado de cabeça para baixo dizendo: "- Eu não sou digno de morrer como Nosso Senhor Jesus Cristo."!
Sem mais comentários, sem palavras!
Abençoe-nos Jesus, O Amigo Incondicional de Nossas Vidas!
Muita Paz!
Bruno.
*PRÓXIMO ARTIGO > O CASAMENTO SEM CERIMÔNIA RELIGIOSA (Na Próxima Quarta, 4 de Novembro)
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No artigo de hoje, falaremos sobre a energia poderosa do amor quando canalizada na função sexual. O sexo é patrimônio divino do espírito nas suas várias reencarnações no solo abençoado do planeta Terra.
A Doutrina Espírita enaltece a sagrada força sexual da alma, fonte de evolução constante, quando dignificada pela criatura humana.
Na sua globalidade, o amor é sentimento vinculado ao espírito enquanto que a busca do prazer sexual está mais pertinente à matéria, responsável por todo tipo de posse.
O sentimento do amor pode levar a uma comunhão sexual, sem que isso lhe seja condição imprescindível. No entanto, o prazer sexual pode ser conseguido pelo impulso meramente instintivo, sem compromisso mais significativo com a outra pessoa, que, normalmente se sente frustrada e usada.
Os profissionais do sexo, porque perdem o componente essencial dos estímulos, em razão do abuso de que se fazem portadores, derrapam nas explosões eróticas, buscando recursos visuais que lhes estimulem a mente, a fim de que a função possa responder de maneira positiva.
Mecanicamente se desincumbem da tarefa animal e violenta, tampouco satisfazendo-se, porquanto acreditam que estão em tarefa de aliciamento de vidas para o comércio extravagante e nefando de venda das sensações fortes, a que se habituaram.
O amor, como componente para a função sexual, é meigo e judicioso, começando pela carícia do olhar que se enternece e vibra todo o corpo ante a expectativa da comunhão renovadora.
Essa libido tormentosa, veiculada pela mídia e exposta nas lojas em forma de artefatos, torna-se aberração que passa para exigências do exibicionismo, resvalando nos abismos de outros vícios que se lhe associam. Quando o sexo se apresenta exigente e tormentoso, o indivíduo recorre aos expedientes emocionais da violência, da perseguição, da hediondez.
Os grandes carrascos da Humanidade, até onde se pode entender, eram portadores de transtornos sexuais, que procuravam dissimular, transferindo-se para situações de relevo político, social, guerreiro, tornando-se temerários, porque sabiam da impossibilidade de serem amados.
Quando o amor domina as paisagens do coração, mesmo existindo quaisquer dificuldades de ordem sexual, faz-se possível superá-las, mediante a transformação dos desejos e frustrações em solidariedade, em arte, em construção do bem, que visam ao progresso das pessoas, assim como da comunidade, tornando-se, portanto, irrelevantes tais questões.
O ser humano, embora vinculado ao sexo pelo atavismo da reprodução, está fadado ao amor, que tem mais vigor que o simples intercurso genital.
Sem dúvida, por outro lado, as grandes edificações de grandeza da humanidade tiveram no sexo o seu élan de estímulo e de força. Não obstante, persegue-se o sucesso, a glória efêmera, o poder para desfrutar dos prazeres que o sexo proporciona, resvalando-se em equívoco lamentável e perturbador.
O amor à arte e à beleza igualmente inspirou Michelângelo a pintar a capela Sistina, dentre outras obras magistrais, a esculpir La Pietá e o Moisés; o amor à ciência conduziu Pasteur à descoberta dos micróbios; o amor à verdade levou Jesus à cruz, traçando uma rota de segurança para as criaturas humanas de todos os tempos...
La Pietá de Michelhângelo
O amor é o doce enlevo que embriaga de paz os seres e os promove aos píncaros da auto-realização, estimulando o sexo dignificado, reprodutor e calmante.
Sexo, em si mesmo, sem os condimentos do amor é impulso violento e fugaz.
O sexo, sem o falso glamour, quando espiritualmente iluminado pelo amor, é um momento de paz, único e sem igual entre as criaturas humanas!
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VIDEOTEMA DE BRUNO TAVARES
( CHICO XAVIER - O AMOR LIVRE )
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Bruno.
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*PRÓXIMO ARTIGO > SIMÃO PEDRO - O PESCADOR DE ALMAS (No Próximo Sábado, 31 de Outubro)
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